Pesquisa aponta fragilidades e aspectos positivos de Ensino Superior a Distância

Os cursos universitários à distância esta atraindo um grande número de estudantes. No ano de 2000 (dois mil) havia cerca de 5000 (cinco mil) alunos inscritos nesta modalidade de ensino. Hoje, estes números elevaram-se para 930.000 (novecentos e trinta mil) e até 2015 (dois mil e quinze) esses números deverão chegar a um terço do total de universitários. Porém, muito se questiona a respeito da qualidade deste ensino. Pensando nisso, a Fundação Victor Civita realizou uma pesquisa de forma a detectar quais são as fragilidades encontradas neste ensino e quais seus aspectos positivos. Como ponto positivo e para somatória no aprendizado do aluno foi destaque os chats, fóruns e trabalhos colaborativos encontrados como método de ensino em algumas das faculdades utilizadas como objeto de estudo, o que deveria servir de regra e não uma diferenciação entre elas. De acordo ainda com este estudo, também deveria haver um maior incentivo a visitas às bibliotecas e laboratórios. Mas sem dúvida, a maior fragilidade encontrada foi à falta de preparo dos responsáveis por tirar dúvidas e guiar aos estudantes nos desafios intelectuais, os chamados tutores. Demonstrando dessa maneira que é necessário haver algumas mudanças e principalmente um aperfeiçoamento, para que só assim, possa então atender a este crescente público desejoso de ensino superior a distância de qualidade.

Fonte: O ensino à distância foi matéria da revista Veja em 01 (primeiro) de agosto na sua 2280 (dois mil duzentas e oitenta) edição 


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